Segundo estudo da FGV, dos trabalhadores que irão retirar a quantia liberada do Fundo de Garantia por tempo de Serviço (FGTS), 36,3% pretendem utilizar o valor para pagamento de dívidas, 27,2% deve aplicar em poupança e 32,3% vai destinar valor para o consumo. De acordo com o levantamento, o setor comercial está mais otimista com o aquecimento nas vendas. O percentual das empresas do comércio que esperam aquecimento nas vendas com a injeção do FGTS na economia é de 45,5% contra apenas 12,6% do ramo de serviços que se mostram otimistas de que a liberação do valor possa trazer algum crescimento. Ainda de acordo com o estudo, móveis e eletrodomésticos devem ganhar maior impulso, por conta das vendas a prazo que segmento realiza.