Serão oito países latino-americanos a utilizar a aeronave brasileira. Versão panamenha atuará em operações de vigilância nas fronteiras e sobre o Pacífico e Mar do Caribe
A fabricante de aviões Embraer anunciou nesta quarta-feira (2) a seleção do Super Tucano como nova plataforma aérea do Serviço Nacional Aeronaval (Senan) do Panamá. A seleção do modelo e da compra de quatro aeronaves foi anunciada durante a LAAD Defence & Security, que ocorre no Rio. Os valores envolvidos não foram divulgados.
O anúncio, que faz parte do programa de estruturação e expansão da capacidade operacional da aeronáutica panamenha. O Panamá se tornou a oitava nação da América Latina a escolher o Super Tucano, junto a Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e República Dominicana. Há encomendas e entregas para Afeganistão, Angola, Burkina Fasso, Gana, Líbano, Mali, Mauritânia, Nigéria, Portugal, Senegal e Turcomenistão.
A aeronave é utilizada para diversas missões, como controle de atividades ilícitas, monitoramento de fronteiras, reconhecimento e treinamento avançado. O Super Tucano é líder global em sua categoria, com mais de 290 encomendas, ultrapassando 580 mil horas de voo.
A aeronave atua em uma ampla gama de missões, como patrulha aérea, operações especiais, coordenador aéreo e tático (TAC), missões de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) de fronteiras, escolta aérea e treinamentos básico, operacional e avançado.