A Procuradoria-Geral da República entrou com um pedido nesta segunda-feira (3) para que o Superior Tribunal de Justiça reverta a liminar que concedeu prisão domiciliar a Fabrício Queiroz e a esposa, Márcia Aguiar. A decisão monocrática foi do presidente do STJ, João Otávio de Noronha, durante o recesso do Judiciário. O subprocurador Roberto Luís Oppermann Thomé argumenta que não houve ilegalidade na prisão preventiva de Queiroz e cita que a jurisprudência impede a concessão de benefícios para alvos foragidos, como estava Márcia. Os dois foram assessores do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) quando ele era deputado estadual e são investigados em um suposto esquema de “rachadinhas” no gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro. O recurso da PGR será analisado pelo ministro Jorge Mussi.