Em sua participação na CPI da Pandemia, o senador bolsonarista Marcos Rogério (DEM-RO) quis empurrar nesta quinta-feira (20) a narrativa de que governadores e secretários estaduais também propagaram o uso da cloroquina no tratamento do novo coronavírus. O parlamentar usou um vídeo com declarações de gestores feitas em abril do ano passado – quando ainda se discutia o potencial e segurança do medicamento – para argumentar que o presidente Jair Bolsonaro não foi o único a promover o remédio ineficaz. Rogério reclamou que há uma “sanha vingadora” contra Bolsonaro na comissão e uma tentativa de desviar o foco dos governadores. Presente no material exposto, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), rebateu o senador nas redes sociais.
Em razão de debate na CPI do Senado, é muito fácil distinguir duas condutas: 1) a de um gestor irresponsável que empurra remédios sem habilitação técnica; 2) a de um gestor que disse, no dia 10 de abril de 2020, que respeitava as orientações médicas. A 2ª atitude foi a minha
— Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) May 20, 2021